
O documento de conclusões do I Congresso de antigos alunos de Seminários aponta que mais de 67 mil pessoas foram formadas nesta instituição. Uma aprendizagem que constituiu “um contributo significativo à formação cívica e cristã de muitos jovens” que deve ser posta ao serviço do “desafio premente da nova evangelização”.
O estudo da UCP apresentado no congresso mostra que os antigos alunos dos seminários são professores, gestores, empresários, advogados, juízes, magistrados, procuradores e também bancários, havendo alguns protagonistas na sociedade civil portuguesa. Um contributo cívico prestado por diversas personalidades que deveria ser igualmente posto ao serviço da Igreja.
Compete à Igreja aproveitar melhor as competências destes leigos, e estes não devem estar à espera de um convite pessoal. Se são pessoas de fé, e são-no quase todos, sabem que compete ao cristão pôr os seus dons ao serviço da comunidade em que estão inseridos.
Outra das conclusões deste estudo é que mais de 50 por cento dos inquiridos vai à missa pelo menos uma vez por semana. Metade dos leigos diz que se não tivesse frequentado o seminário, não teriam tantas habilitações académicas e valores para a vida, revela o responsável, citado pela Lusa.
Muita desta gente está ligada afectivamente a antigos companheiros do seminário e por isso vai aparecendo em encontros promovidos por associações de antigos seminaristas. O reconhecimento à Igreja que lhes proporcionou uma vida melhor está também presente em quase todos. As críticas que aqui e ali se ouvem são muitas vezes sintoma da ligação afectiva que muitos mantêm com esta instituição que lhes abriu um futuro melhor.
2 comentários:
Aqui conheço o ti Fadigas.
Quem conhece mais?
Donde é que conheço esses tipos?!
Do Seminário?
Hum!!!
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