quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Católicos coreanos


Os números do anuário da Igreja Católica coreana, publicados pela Conferência Episcopal daquele país, revelam que, até ao dia 31 de Dezembro de 2008, os católicos ultrapassaram os cinco milhões, ou seja 9,9 por cento da população. Em 2008 realizaram-se 130 mil novos baptismos.

A maioria dos novos católicos masculinos estão na faixa dos vinte anos (18.9por cento), seguida pela faixa dos 40 anos. No caso das mulheres, a maioria das que receberam o baptismo estão na faixa dos 40 e 50 anos.

Há cerca de três anos, a percentagem de católicos não chegava a oito por cento. O aumento é fruto do empenhamento dos fiéis, que se comprometem na missão de trazer mais pessoas à Igreja. Os fiéis coreanos são extremamente generosos e muitos deles estão envolvidos incansavelmente nas várias actividades da paróquia, incluindo a missão paroquial.

Esta é mais uma prova de que a Ásia está aberta ao cristianismo, desde que haja liberdade política e religiosa.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Apreciemos a liberdade

Estive há dias com uma família católica chinesa a viver em Portugal. A filha mais velha já tem 13 anos e frequenta as escolas portuguesas desde miúda. Daí que não tive dificuldades em entender tudo o que os pais me quiseram dizer. Com uma intérprete assim o diálogo foi fácil.
Disseram que gostam de viver em Portugal e que os filhos estão plenamente integrados. Já eram católicos na China, mas sentiam-se marginalizados. Aqui é tudo muito diferente. As pessoas nem sabem o bem que têm em poder livremente expressar a sua fé.
E deram-me a conhecer o sonho que têm: o de voltarem à China e poderem ser livres como todos os chineses o são em Portugal.
Fiquei edificado com a fé daquela gente. Crêem que também na China a Igreja católica tem um futuro florescente. São cerca de 100 mil chineses que todos os anos se convertem a Cristo e se tornam católicos. Apesar de isto ser proibido. E milhões terem sofrido na pele esta proibição.
Como escreveu Tertuliano acerca das perseguições dos cristãos dos primeiros séculos: "O sangue dos mártires é semente de novos cristãos".

sábado, 1 de agosto de 2009

Fé em alta no Brasil

O número de jovens que entram nos seminários brasileiros todos os anos denota que a fé católica está em crescendo.
No ano passado, o Brasil ordenou 220 sacerdotes, contra a média de 55 da década anterior. Em todo o Brasil, os seminários estão cheios e até já têm fila de espera de novos candidatos ao sacerdócio, por não haver espaço físico para todos os aspirantes à vida religiosa. O do Rio de Janeiro é um deles: lá vivem 115 jovens e por ano chegam 30 candidatos. “Não temos mais seminaristas porque não temos condições de abrigá-los. Os que não conseguem vaga voltam no ano seguinte”, afirma o padre Leandro Cury, assessor de imprensa da Arquidiocese do Rio.
Padre Reginaldo Lima, da comissão episcopal para Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB, confirma a tendência. “Desde 2000 tem havido uma retoma das vocações consagradas. O novo milénio trouxe uma nova vitalidade e muitos se têm voltado mais para Deus”, explica.

segunda-feira, 27 de julho de 2009


Os números do anuário da Igreja católica coreana, publicado pela Conferência Episcopal, revelam que, até ao dia 31 de Dezembro de 2008, os católicos ultrapassaram os cinco milhões, ou seja 9,9 por cento da população.
Em 2008 realizaram-se 130 mil novos baptismos. Por dioceses, em Seul celebraram-se 32.124 baptismos, em Suwon 18.411 e em Incheon 10.275. Curiosamente, as capelanias militares registaram 28.213 baptismos, na maioria de jovens soldados. Quanto aos grupos etários, a maioria dos novos católicos masculinos estão na faixa dos vinte anos (18.9por cento), seguida pela faixa dos 40 anos. No caso das mulheres, a maioria das que receberam o baptismo estão na faixa dos 40 e 50 anos.
Em 2007, as paróquias eram 1.543, tendo registado um aumento de 32, em 2008. Em 1908 havia somente 50 paróquias em toda a Coreia; em 1976 eram já 500 e em 1997 eram 1.017. Há cerca de três anos, a percentagem de católicos não chegava a oito por cento. O aumento é fruto do empenhamento dos fiéis, que se comprometem na missão de trazer mais pessoas à Igreja. Os fiéis coreanos são extremamente generosos e muitos deles estão envolvidos incansavelmente nas várias actividades da paróquia, incluindo a missão paroquial.

sábado, 25 de julho de 2009

Homenagem aos avós

Este Domingo, dia 26 de Julho, celebra-se o Dia dos Avós. Todos os anos assim acontece no dia em que a Igreja comemora Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. O Dia dos Avós tem como objectivo destacar e promover o papel dos avós no seio da família – muitas vezes suporte afectivo e financeiro de pais e filhos.

Celebrar, condignamente, este dia, é uma das formas de prestar homenagem e render o preito de consideração a essas pessoas que são pais duas vezes, como diz o povo e muito bem.

Com que carinhos, com que devoção, com que amor paternal eles acompanham os seus netinhos. Que desvelos e com que cuidados os avós rodeiam os seus descendentes mais novos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Eu não tenho pai. Fugiu!...


Foi já há tempos. Um miúdo mostrou-me um brinquedo com que se entretinha.
– Quem te deu um carro tão bonito? – perguntei.
– Foi o meu avô.
– Então e o teu pai? – perguntei sem saber o que se tinha passado com o progenitor.
Foi aí que o miúdo abriu os braços num gesto expressivo, deixando cair o carrito, e me disse:
– Eu não tenho pai. Fugiu!...
A avó, que estava ao pé do miúdo, explicou-me então que o pai daquela criança tinha abandonado a família, sem dizer água vai. Agora as crianças passavam o dia com os avós, enquanto a mãe fazia umas limpezas em casas de uns senhores, para ver se amparava a família.
O gesto da criança e o seu ar de tristeza não saiu mais da minha retina. Quantos e quantos filhos se vêem privados do convívio de seus pais, devido a esta chaga das separações!
Como explicar tal fenómeno? Sobretudo se pensarmos que a grande maioria dos jovens acha muito importante a família! Quando se pergunta aos jovens, entre os 10 e os 29 anos, como numa sondagem recente feita na Europa, qual a base mais importante da sociedade, 99,4 por cento dizem que é a família. Então porque razão, quando a constituem, não são capazes de lhe dar todo o seu apoio? Será que o mal está sempre nos outros? Onde pára o amor que dizem ter? Porventura as novas gerações não são capazes de aguentar compromissos?!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Católicos nos Estados unidos


Os católicos norte-americanos são mais de 68 milhões de pessoas e representam 22% do total da população. Os índices foram obtidos com base em informações das várias dioceses. Desses dados, emerge que a comunidade católica norte-americana aumentou cerca de um milhão de fiéis.
Actualmente, as paróquias nos EUA são mais de 18 mil, 91 das quais criadas recentemente. Os sacerdotes diocesanos e os religiosos perfazem um total de 41.489, as religiosas são 60.715; cerca de 17 mil, os diáconos permanentes, e 4.905, os religiosos.
Outro dado importante é o número de baptizados que também aumentou: foram baptizados 42.629 de adultos e 900 mil crianças, só no ano passado.
O estudo revela ainda, que há 189 seminários com cinco mil seminaristas. 800 mil estudantes frequentam 234 institutos, da escola elementar ao ensino médio.
Os hospitais católicos são 562 e atendem mais de 85 milhões de pacientes, e três mil centros de serviço social prestam assistência a 27 milhões de pessoas.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A vocação e o matrimónio


Todos somos chamados a amar a Deus e ao próximo. Esse é o chamamento fundamental que Deus faz a todos. O que distingue uma vocação matrimonial de uma consagrada é o modo de realizar esse chamamento fundamental ao amor. Entre os que dão o seu sim ao amor ao próximo, contam-se os que vivem a sua vida para a criação de uma família: marido ou esposa e filhos. Os que se casam dedicam as melhores das suas energias a isso mesmo. Os consagrados dedicam todas as suas energias ao cuidado dos outros tal como o fez Jesus. Para isso, empregam a vida a concretizar esse amor de Deus sobretudo entre os que mais necessitam dele.
É preciso dizê-lo com clareza. O matrimónio tam­bém é um chamamento de Deus. Deus chama a todos. Alguns para o sacerdócio ou para a vida religiosa e mis­sionária, a maioria para o matrimónio. Por isso, nenhum de nós pode dizer que não tem vocação. Na verdade, o casamento é a opção de vida que a maior parte das pes­soas tomam. Porém, hoje mais do que nunca, é neces­sário reflectir bem sobre este chamamento de Deus. Só porque é o mais comum não significa que tenha menos importância. E a confirmar esta necessidade de reflexão está o actual número elevado de divórcios e também o medo que muitos jovens sentem em casar, preferindo juntar-se, como hoje se diz.
Nem sempre a aprendizagem sobre o que é o casamento acontece como deveria. Muitas crianças, adolescentes e jovens não recebem o melhor exemplo dos pais. Novelas, livros e filmes dão ideias erradas sobre o relaciona­mento entre homem e mulher. As paróquias organizam cursos pré-matrimoniais (CPM), mas são muito pouco para contrariar a mentalidade da sociedade, que faz que muitas famílias não vivam de acordo com o que Jesus nos ensinou acerca da vida familiar: «Deus os fez homem e mulher. Deixarão pai e mãe e serão uma só carne» (Evangelho de São Marcos, 10, 6-8).
Constituir família assusta muita gente. Dá trabalho, preocupações, aborrecimentos... È mais fácil viver juntos, sem compromissos, pois quando surgirem problemas, é mais fácil fugir. Mas será isso bom para a sociedade? Claro que não! E daí que esse não é o caminho para um cristão.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Cuidado com a bruxaria

Como foi noticiado, está a contas com a justiça mais um bruxo português.
'Mestre Dami', como gosta de ser conhecido, é acusado de várias burlas, e bem grandes. A denúncia partiu de Sandra, residente em Valongo, e que conheceu Diamantino, "mestre Dami", através de um amigo, depois de lhe aparecer um sapo morto à porta de casa. Após várias peripécias, Sandra foi levada ao cemitério de Agramonte, no Porto, onde o "mestre" desenterrou uma caixa onde estava uma folha com uma praga e respectivo contra-feitiço. Para a desfazer, Sandra teria de colocar 210 mil euros – que só obteve através de vários empréstimos bancários – dentro de uma caixa. Esta, depois de selada, seria colocada debaixo da cama de cada uma das vítimas da praga durante sete noites, no total de 21 noites.
E o “bruxo” garantia que assim "desfazia" os feitiços contra as vítimas ou familiares.
Quando se reuniu com Diamantino para fechar a caixa, o "mestre" ordenou que fechasse os olhos e rezasse. Terá sido então que trocou a caixa por outra igual. Após a primeira noite, incentivada pelo namorado, Sandra abriu o cofre e no interior, em vez do dinheiro descobriu um coelho morto já em decomposição. O "bruxo" terá alegado que tinham sido os "maus espíritos" a "comer" o dinheiro por Sandra ter quebrado o contra-feitiço.
Diamantino detido com o irmão, suspeito de estar envolvido nas burlas, está detido no Estabelecimento Prisional do Porto, em Custóias. É suspeito de ter burlado várias outras pessoas, num total de 318 mil euros. As autoridades suspeitam ainda da falsificação de vários documentos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Portugal tem 4000 padres



A Igreja Católica tem em Portugal cerca de quatro mil sacerdotes distribuídos pelas 21 dioceses, de acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, que se referem a 2006.
Segundo a última edição do Anuário Católico de Portugal, de Abril deste ano, mas com dados referentes a 31 de Dezembro de 2006, a Igreja Católica portuguesa tem 49 bispos, dos quais 21 são diocesanos (incluindo o Ordinário Castrense), 19 são eméritos (já ultrapassaram os 75 anos de idade), oito auxiliares e um coadjutor.
Em 2006 havia 2 894 sacerdotes diocesanos (pertencentes a dioceses) e 1 052 religiosos (ligados a ordens religiosas), uma quebra de 8,4 por cento face ao ano 2000, mas mesmo assim apenas 20 das 4.366 paróquias católicas existentes em Portugal estavam sem padre, entregues a diáconos, religiosas ou leigos.


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Aumenta o aborto


Segundo a Agência Lusa, o número de abortos aumentou em Portu­gal desde o início do ano, sendo as dificuldades financeiras uma das explicações avançadas para justificar o fenómeno.
Joaquim Galvão, da Plataforma Cívica "Mais Vida, Mais Famí­lia", admite que a falta de condições económicas e o desem­prego são desfavoráveis à maternidade, mas sublinha que «a falta de valores» e a «irresponsabilidade» também contribuem para aumentar o número de abortos.
«Há tantas formas de contracepção e acesso ao planeamento familiar que não se justifica. O aborto como forma de contra­cepção revolta-me muito», criticou Joaquim Galvão, apontan­do o dedo ao «facilitismo» da legislação que entrou em vigor em meados de 2007.
Se é verdade que a crise económica pode levar as mulheres a recorrer mais ao aborto, há que estar atento a este problema pois é dever de qualquer governo apoiar as famílias carenciadas. Até por que Portugal tem um grande défice de gente nova. Pela primeira vez em 90 anos, o número de mortes registadas em Portugal foi superior aos nascimentos, segundo os indicadores demográficos relativos a 2007 divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No referido ano morreram em Portugal 103.512 pessoas, enquanto o número de nascimentos não foi além dos 102.492. Os dados de 2008 ainda não foram divulgados mas não serão muito diferentes.

Aquando do referendo, que só um quarto dos portugueses votou positivamente, todos afirmaram que eram contra o aborto: o que queriam era combater o aborto clandestino. Há, pois, que ser coerente. Se para combater o alcoolismo ou o tabagismo, se fazem campanhas e se aumentam os preços, no aborto não pode ser diferente. O aborto deve deixar de ser, como agora, totalmente grátis e com direito a subsídio e licença de maternidade. E há que mostrar às mulheres que há outros caminhos a seguir, em vez da situação actual em que os médicos que oferecem alternativas são obrigados a assinar um papel que os proíbe de ajudar grávidas em dificuldades.

sábado, 20 de junho de 2009

Apelo à solidariedade

Os Bispos portugueses estiveram reunidos, de 15 a 18 de Junho de 2009, em Fátima, para participar nas Jornadas Pastorais do Episcopado, este ano sobre o tema "Pastoral sócio-caritativa: Novos problemas, novos caminhos de acção".
No princípio das Jornadas, foi apresentado um estudo da Universidade Católica que assinala que as instituições sociais da Igreja Portuguesa dão resposta a mais de meio milhão de situações de carência e empregam mais de 23 mil pessoas, um número que poderá ser maior, uma vez que o voluntariado, não quantificado, é uma dimensão com alargada presença na acção social da Igreja.
Numa das conclusões das Jornadas, a Conferência Episcopal Portuguesa pede aos católicos que se mobilizem contra a crise e promovam alternativas de combate à pobreza sem estarem dependentes do Estado.
D. Carlos Azevedo ao fazer uma síntese das conclusões das Jornadas, em conferência de imprensa, disse:
"Todos têm de ser responsáveis, não é só o governo que pode resolver este problema da crise, têm de ser todos os cidadãos, para que possa haver uma atitude de verdadeira mudança".
O referido presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social defendeu que a mudança deve passar também por dentro das comunidades cristãs. E assinalou que os cristãos que estão presentes na política, na cultura, na economia não podem ser iguais aos outros e pediu instituições católicas que não sejam "tão dependentes do Estado" e criem "mais autonomia".
Em tempos de crise, aumentam as solicitações à Igreja, que nem sempre tem meios para lhes responder. O Bispo Auxiliar de Lisboa considera que a solução passa também por pressionar quem tem obrigação de ajudar e "puxar por quem deve resolver os problemas e está instalado no seu lugar".
A igreja, considerou, deve "ajudar as pessoas a bater às portas certas", "encaminhá-las para quem deve resolver os problemas".

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O drama da prostituição


Quem passa pelas estradas mais frequentadas dá-se conta das muitas raparigas que aliciam os automobilistas para a prostituição. E muitas destas raparigas parecem ser menores.
A Unicef (Organização das Nações Unidas para a Infância) veio exigir há dias que a prostituição infantil seja castigada e perseguida internacionalmente, ao apresentar em Berlim o último relatório intitulado "Detenha a exploração sexual".
A organização, responsável por proteger os direitos da infância, dá um passo importante na luta contra a pornografia e a prostituição infantil, assim como contra o tráfico de menores.
Segundo estimativas da ONU, no ano passado um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos foram abusados sexualmente no mundo todo.
Também se realizou há dias no Vaticano um encontro internacional de gran­de alcance social, que os jornais e televisões quase ignoraram. Ninguém duvida que o tráfico de mulheres pa­ra a prostituição é um ultraje à digni­dade humana. A Santa Sé, ao orga­nizar este encontro internacional, assume a defesa da mulher e da sua imagem.
A Organização Internacional das Migrações tem sucessivamente aler­tado que cerca de meio milhão de mulheres, oriundas da Europa de Leste, são escravizadas e obrigadas a prostituírem-se nos países da Europa Ocidental. NaTailândia, cerca de 200 mil estão nesta situação, sendo 35 mil menores de 18 anos. São centenas de milhares as mulhe­res brasileiras, e de outros países da América Latina, que são trazidas para a Europa com promessas de empre­go e acabam nas redes da prostitui­ção organizada. É dramático o nú­mero de mulheres que em todo o mundo são arrastadas para estas no­vas formas de escravidão: o tráfico de mulheres e a indústria do turismo sexual. Como afirma o Carde­al Stephen Fumio Hamao, Presiden­te do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, "tudo isso constitui um ultraje à dig­nidade da mulher e provoca graves violações dos mais elementares di­reitos humanos".
A Igreja sempre esteve contra a prostituição e tudo o que a fomenta. Por isso chama a atenção de quem de direito para combater as causas que lhe dão origem.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Quem acode aos problemas da SIDA?


A União Europeia (UE) convidou o governo da Zâmbia a colaborar com a Igreja Católica para o desenvolvimento do país, informa a agência Fides.
A UE lançou um apelo ao governo para colaborar com a Igreja na divulgação de informações sobre a saúde sexual e reprodutiva, sector no qual – segundo um chefe da delegação que visita o país africano – tem uma função muito importante a desempenhar.
Após ver os projectos sobre saúde reprodutiva sustentados pela Igreja, pediu também que esta intervenha na educação da população em saúde reprodutiva e sexual.
Este apelo foi lançado num momento em que a Igreja na África é responsável pela distribuição da maior parte dos medicamentos e dos tratamentos anti-retrovirais.
Em alguns países, a Igreja oferece até metade de todos os serviços para o tratamento da SIDA.
A delegação da União Europeia viajou para a Zâmbia para conhecer alguns projectos da Igreja sobre a saúde reprodutiva, especialmente na província do sul.